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Memória Animal

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    Sensacional!!!    Um estudo conduzido por Claudia Fugazza e Adam Miklósi da Universidade Eötvös Loránd, na Hungria; investigou se os cães poderiam adiar a imitação, o que neste caso significa copiar o que seus proprietários estavam fazendo, usando o método "Faça o que eu faço".      As tarefas incluíam copiar seus donos andando ao redor de um balde e tocar um sino.     A pergunta era: os cães podem replicar o que aprenderam após uma pausa de 10 minutos? A resposta é SIM !   De acordo com os ensaios efetuados, cães relembram assim como seres humanos, o que lhes permite copiar nossas ações, mesmo de forma tardia. Acesse:  http://www.cesarsway.com/the-scoop/features/Your-Dog-Remembers-Like-You-Do?utm_source=CMI_FB&utm_medium=Post&utm_campaign=9.13

O cão não é o vilão!

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   O cão não é o vilão é uma bela campanha pouco divulgada aqui no estado do Rio Grande do Sul devido a baixa casuística da doença entre os nossos caninos. Porém, merece muita atenção!    É uma doença transmitida por um mosquito, mas quem sofre eutanásia, atualmente no Brasil, é o cão!!! Acesse o site  http://www.ocaonaoeovilao.org.br/  e saiba mais! Curta a página  https://www.facebook.com/ocaonaoeovilao

Vim para vacinar!!!

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Hoje me dedico a explicar em palavras escritas, sucintamente, as orientações passadas aos proprietários no momento da vacinação...        E antes de falar no assunto propriamente dito, vamos esclarecer algo muito importante: nem tudo que seu animal recebe via injetável é vacina. Vacina é vacina, as demais soluções injetáveis que seu animal recebe são outros fármacos (medicações).    Bem, como todos consideram (ou deveriam), vacinação é algo sério. E com a mesma seriedade em que é vista na medicina humana, deve ser na medicina veterinária. Para receber qualquer vacina, seu animal precisa estar saudável, ou seja sem nenhum sinal clínico diferente da rotina de vida dele. Não utilize o momento dedicado a avaliação pré-vacinal, para investigar a causa de uma lesão dérmica presente ou diarréia, por exemplo. Somente animais saudáveis podem receber a vacinação!    Previamente a qualquer vacinação, um diálogo costuma ocorrer com objeti...

Dipirona: uma opção para o tratamento da dor em cães e gatos

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   Diariamente, nós Médicos Veterinários, somos confrontados com a "dor" na rotina de atendimentos clínicos e cirúrgicos de pequenos animais. Sabe-se que o fato do paciente veterinário não conseguir verbalizar a dor, não significa que ela não existe e nem tão pouco deve ser ignorada.    A Associação Internacional do Estudo da Dor (The International Association for the Study of Pain) define dor como uma experiência sensorial e emocional desagradável associada a um dano tecidual real ou potencial. Atualmente, a dor é considerada o quinto sinal vital em pacientes humanos de acordo com a Comissão Conjunta de Acreditação de Organizações de Saúde (Joint Commission on Accreditation of Health Organizations), o que enfatiza a importância do seu controle e tratamento.    Enquanto a dor aguda é sintoma de alguma doença, a dor crônica é uma doença propriamente dita, sendo prejudicial, independente ao estímulo que a gerou.     Farmacologica...

Giardíase

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   A giardíase é reconhecida como zoonose pela OMS desde 1979. Doença de distribuição universal provoca  infecção no intestino delgado, causada por um protozoário, o parasita Giardia sp., causando doença em cães e ocasional nos gatos. Além de constituir o parasita intestinal mais comum nos humanos.       Sua transmissão acontece através da ingesta  dos cistos (sua forma infectante), geralmente proveniente de outros animais infectados, muitas vezes por meio da água ou alimentos contaminados . Sendo que reservatórios de água não tratadas também  servem como fonte de infecção. Uma vez instalado no ambiente, os cistos são bastante resistentes,  permanecendo por longos períodos.    Por atuar no trato intestinal diminuindo a eficiência de digestão, resulta em distúrbios gastrointestinais.  Os sinais variam de diarréia discreta a grave, a qual pode ser persistente, intermitente ou autolimitante. Pode ocorrer vômit...

Videocirurgia na Medicina de Cães e Gatos

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   Conforme Freeman (1999), a cirurgia minimamente invasiva é um termo coletivo usado para técnicas cirúrgicas com o propósito de minimizar a extensão de uma abordagem cirúrgica ao mesmo tempo em que mantém a precisão e a eficiência.    Na medicina humana, essa técnica começou em 1988 através do procedimento de colecistectomia (remoção da vesícula biliar) laparoscópica. Hoje a colecistectomia laparoscópica está estabelecida como "padrão ouro" no tratamento cirúrgico das doenças da vesícula biliar em humanos.         Hoje, as laparoscopias para cirurgias de apêndice, ressecção de intestino delgado, herniorrafia, esplenectomia, biópsia hepática entre outras, são rotineiramente realizadas na medicina. Onde os cirurgiões consideram possível o uso das técnicas de cirurgia de invasão mínima para praticamente todos os procedimentos convencionais, ditos "abertos".    Na Medicina Veterinária, estudos clínicos que comparam a...

SIM, eles têm consciência !

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"Sabemos que todos os mamíferos, todos os pássaros e muitas outras criaturas, como o polvo, possuem as estruturas nervosas que produzem a consciência. Isso quer dizer que esses animais SOFREM. É uma verdade inconveniente: sempre foi fácil afirmar que animais não têm consciência. .... Gastamos muito dinheiro tentando encontrar vida inteligente fora do planeta enquanto e stamos cercados de inteligência consciente aqui no planeta. ... ACHO QUE VOU VIRAR VEGETARIANO. É impossível não se sensibilizar com essa nova percepção sobre os animais, em especial sobre sua experiência do SOFRIMENTO." Philip Low Para ler na íntegra:   http://veja.abril.com.br/ noticia/ciencia/ nao-e-mais-possivel-dizer-que-n ao-sabiamos-diz-philip-low